sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Resenha: Harry Potter e a Pedra Filosofal | Livro Vs Filme

Resenha feita pela Lúcia!
Título: Harry Potter e a Pedra Filosofal
Autora: J.K. Rowling
Editora: Presença
Páginas: 260
Ano: 1999




Sinopse: 

Harry Potter não é um herói habitual. É apenas um miúdo magricela, 
míope e desajeitado com uma estranha cicatriz na testa. Estranha, 
de facto, porque afinal encerra misteriosos poderes que o distinguem 
do cinzento mundo dos muggles (os complicados humanos) e que irá 
fazer dele uma criança especialmente dotada para o universo da magia. Admitido na escola de Hogwarts onde se formam os mais 
famosos feiticeiros do mundo, Harry Potter irá viver todas as aventuras 
que a sua imaginação lhe irá proporcionar. 



Harry Potter e a Pedra Filosofal é o primeiro livro de uma saga mágica, divertida, cheia de 
surpresas e perigos de arrepiar, que cresce com os seus protagonistas.



Autora: 

Joanne Rowling, mais conhecida como J.K. Rowling, é uma escritora, roteirista e 
produtora cinematográfica britânica, notória por escrever a série de livros Harry Potter. 
Os livros ganharam uma popularidade mundial, recebendo múltiplos prémios e vendendo 
mais de 400 milhões de cópias. Eles tornaram-se a série literária mais vendida da história. 
A Warner Bros, adaptou os livros para o cinema.

Nascida em Yate, na Inglaterra, Rowling teve a ideia de escrever a série enquanto estava num 
comboio que ia de Manchester para Londes, em 1990.


Opinião: 
Jatos de luz verde. Essa era a única coisa que Harry Potter se lembrava sobre o seu 
passado, pois foi entregue ainda em bebé aos cuidados dos tios, os Dursley. Entretanto, o 
tio Válter e a tia Petúnia nunca lhe tinham contado a verdade sobre o seu passado, fazendo 
com que o Harry acreditasse que tinha perdido os pais num acidente de carro.
Mas logo a sua verdadeira origem vai ser revelada.


Um bebé foi deixado na porta dos Dursley, com apenas uma carta que explicava quem ele era e os motivos da sua sobrevivência. Válter e Petúnia eram as pessoas mais normais que alguém poderia querer conhecer, não compactuavam com nada estranho ou sobrenatural, nada que estivesse além dos limites da normalidade.
Por essa razão, o bebé - Harry Potter - acabou por crescer sem conhecer a sua verdadeira origem, acreditando que tinha perdido os pais num acidente de carro.

Não bastando o pequeno Potter não conhecer a sua verdadeira história, ele ainda era tratado como lixo pelos Dursley. Era obrigado a viver com o mínimo e devia fazer os serviços domésticos. Além disso, tinha que aguentar as provocações diárias de Duda, o filho do tio Válter e da tia Petúnia. 
Harry Potter cresceu como qualquer rapaz da sua idade, com uma rotina absolutamente normal, exceto por alguns pequenos detalhes, como as coisas que ele fazia com as pessoas que o chateavam, mesmo que sem querer. Mas ele não compreendia o porquê desses acontecimentos. Não sabia que existia um grande mistério por trás de tudo isso. 
Mas certo dia uma carta chegou à casa dos Dursley. Era uma carta para Harry. Ele nunca recebia cartas, e não teve nem tempo de ver esta, pois os tios não o deixavam ler. Os dois ficaram espantados com o conteúdo dela, mas de forma alguma deixavam Harry lê-la. Entretanto, os dias foram passando e mais e mais cartas como aquela chegavam à casa deles. Bem que Harry tentava ler uma delas, mas os tios sempre estavam por perto para impedi-lo. Quando a casa já estava a ser bombardeada por cartas, o tio Válter não aguentou mais e levou Harry e os outros para um local afastado, para que não fossem mais perturbados. 
Por fim, Harry viu-se preso num casebre horrível junto com os Dursley. 
Esta havia sido a última das esperanças do tio para que as cartas parassem de chegar. Mas, naquela noite, o casebre estremeceu... Alguém batia a porta, querendo entrar. Todos se assustaram e de repente surge diante deles um homem gigantesco. Mesmo um pouco aterrorizado com o homem, Harry acabou por descobrir com ele que havia sido enganado a vida inteira.
Hagrid, o gigante, contou-lhe a sua verdadeira origem, quem era e como acabou na mão dos Dursley. E justamente no seu aniversário de 11 anos descobriu que havia derrotado o bruxo das trevas mais poderoso de todos os tempos, mesmo sem se lembrar de nada. Harry Potter era um bruxo, e mal sabia que era muito famoso no mundo da magia. E como tal, deveria ser educado numa escola de bruxos.

Por fim, o gigante Hagrid levou-o para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, onde Harry, além de aprender poções e feitiços, irá conhecer Hermione e Rony, descobrir muitos outros mistérios que rondam a sua história e salvar o mundo mágico da terrível volta de um bruxo das trevas poderoso.


Harry Potter e a Pedra Filosofal é um livro bem pequeno, o menor dentre todos os livros da série. Impressiona a maneira rápida como J.K. Rowling conduz os acontecimentos, fazendo com que a leitura, além de divertida, seja bem leve. 
Este primeiro livro funciona como uma introdução à vida de Harry Potter, onde descobrimos como os bruxos se comportam, quem é Voldemort e Alvo Dumbledore, o que é Hogwarts e outras tantas coisas.
Além de se deliciar com uma leitura tão divertida, o leitor ainda pode refletir sobre a importância do amor, da amizade e da coragem.


Livro Vs Filme: Harry Potter e a Pedra Filosofal 

Na minha opinião, o filme Harry Potter e a Pedra Filosofal foi uma boa adaptação. É claro que, como todas as adaptações, nem todas as coisas que estão no livro aparecem no filme, o que é perfeitamente compreensível. Porém, duas coisas realmente fizeram falta.
A primeira, um dos cortes mais desnecessários entre todos os filmes da série: o poltergeist Pirraça. O Pirraça é um dos rapazes que habitam Hogwarts, assim como o Nick quase sem Cabeça, a Murta Que Geme, entre outros tantos.
Vive numa desordem e passa a vida a armar confusão com os alunos, um verdadeiro brincalhão. Ele é colega dos Gémeos Weasley e a única coisa que parece respeitar é o Barão Sangrento, um outro fantasma que habita a escola.
A falta de Pirraça nos filmes é bem perceptível desde a Pedra Filosofal. Dizem que os produtores até tinham contratado um ator (Rik Mayall) para representar o poltergeist, mas gravaram algumas cenas e logo decidiram retirá-lo do filme. Uma pena!
A segunda coisa que fez bastante falta no filme foi o desafio das poções, que era um dos testes necessários para que Harry conseguisse chegar até a Pedra Filosofal. Ele aparece logo depois que Harry, Rony e Hermione enfrentam o jogo de xadrez gigante (desafio proposto pela profa. McGonagall). Este desafio havia sido elaborado pelo prof. Snape e era mais uma prova de lógica do que de força ou qualquer outra coisa. E é nessa parte que Hermione realmente se destaca como uma bruxa extremamente inteligente, escolhendo a poção correta e fazendo com que Harry conseguisse chegar ao Espelho de Ojesed. Mas, quem sabe, os diretores pensaram que esse desafio não era emocionante e não daria cenas de ação, e resolveram retirá-lo da adaptação. Acho que eles erraram... 




Boa leitura!
Até ao próximo post!

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